Justiça
12/02/2026
O gabinete do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmouque a Polícia Federal (PF) não tem legitimidade para pedir sua suspeição no caso Banco Master.
A manifestação sustenta que o requerimento se baseia em “ilações” e não tem amparo jurídico, citando o artigo 145 do Código de Processo Civil.
A PF encontrou menção ao nome do ministro no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, e encaminhou o material periciado ao presidente do STF, Edson Fachin, responsável por receber e processar pedidos dessa natureza.
“Quanto ao conteúdo da solicitação, a resposta será apresentada pelo ministro ao presidente da Corte”, informou o gabinete.
Em nota, a defesa de Vorcaro declarou ter "preocupação com o vazamento seletivo de informações, que acaba por gerar constrangimentos indevidos, favorecer ilações e a construção de narrativas equivocadas, além de prejudicar o pleno exercício do direito de defesa".
Leia a nota na íntegra:
O gabinete do Ministro Dias Toffoli esclarece que o pedido de declaração de suspeição apresentado pela Polícia Federal trata de ilações. Juridicamente, a instituição não tem legitimidade para o pedido, por não ser parte no processo, nos termos do artigo 145, do Código de Processo Civil. Quanto ao conteúdo do pedido, a resposta será apresentada pelo Ministro ao Presidente da Corte.
é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, assina coluna política no jornal Agora RN e edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.
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