Política
05/09/2025
O secretário de Saúde de Natal, Geraldo Pinho, rebateu em entrevista à rádio 98 FM as acusações do presidente do Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte, Geraldo Ferreira, de que contratos firmados pela pasta com médicos incluíam cláusula que configuraria “trabalho escravo”.
“No momento que eu tenho a opção de assinar um contrato ou não, está muito longe de escravidão. Então, a gente pede respeito e forma ética e coerente de declarar as coisas”, disse.
Pinho afirmou que a cláusula denunciada já foi retirada e criticou contratos antigos da Coopemed.
Ele também defendeu que as empresas Justiz Terceirização e Proseg Consultoria foram orientadas a priorizar médicos que atuem próximos das comunidades das Unidades Básicas de Saúde.
“Essa questão de contratualização da empresa vencedora com o médico é uma coisa individual da empresa com o médico”, completou.
Segundo o secretário, os novos contratos dão maior autonomia à prefeitura para fiscalizar e cobrar resultados.
“Podemos fiscalizar, podemos cobrar a essas empresas, se o médico estiver faltando, se o médico for ruim, se o médico chega atrasado, se o médico sai mais cedo. Agora sim, podemos notificar oficialmente, podemos pedir a troca, podemos fazer sanções”, afirmou.
é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, assina coluna política no jornal Agora RN e edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.
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