Política
21/07/2025
A tal chapa conjunta na disputa da presidência estadual do PT foi coisa para inglês ver.
A vereadora Samanda Alves, eleita no PED (Processo de Eleição Direta) no início de julho, vendeu a ideia de presidência compartilhada com a deputada estadual Isolda Dantas, mas tudo não passou de truque para angariar votos.
A partir da eleição, Samanda seria presidente nos dois primeiros anos, e Isolda assumiria o comando nos últimos dois anos do mandato.
O estatuto do PT não permite esse tipo de arranjo. A vereadora de Natal foi eleita para presidir o diretório estadual da legenda nos próximos quatros anos. Nenhum vice-presidente (a) assume automaticamente.
Se houver renúncia ou afastamento, o PT precisa realizar nova eleição para eleger um presidente ou presidenta.
Foi mais ou menos o que ocorreu no diretório nacional.
Gleisi Hoffman largou o timão para assumir o Ministério da Articulação Política, e foi necessária uma eleição para colocar o senador Humberto Costa (PE) no comando petista até o PED.
Vale a regra para o PT do Rio grande do Norte.
é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, assina coluna política no jornal Agora RN e edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.
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