Justiça começa a ouvir acusados pelo Massacre de Alcaçuz

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Everton Dantas
27 presos morreram durante a rebelião de janeiro de 2017 no Complexo Penitenciário de Alcaçuz, em Nísia Floresta.

Justiça

20/08/2025

A Justiça do Rio Grande do Norte iniciou os interrogatórios dos acusados pelo Massacre de Alcaçuz, quando 27 presos morreram durante a rebelião de janeiro de 2017 no Complexo Penitenciário de Alcaçuz, em Nísia Floresta.

O processo é conduzido pela Unidade Judiciária de Delitos de Organizações Criminosas (Ujudocrim) e corre em segredo de Justiça.

De acordo com o Tribunal de Justiça (TJ), 15 pessoas respondem pelas mortes ocorridas no confronto entre o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Sindicato do Crime do RN. Um dos acusados segue foragido.

A previsão é ouvir 14 réus e uma testemunha de defesa até o fim da semana.

As audiências começaram em abril, mas foram interrompidas e retomadas em junho.

Das 36 testemunhas arroladas, sete foram ouvidas, incluindo o deputado estadual Coronel Azevedo, então comandante da Polícia Militar.

Encerrada a instrução, acusação e defesa apresentarão alegações finais, e o juiz decidirá se há elementos suficientes para levar os réus a julgamento pelo Tribunal do Júri.

Diogenes dantas ao centro da imagem vestido de terno preto, ele sorri.

Diógenes Dantas

é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, assina coluna política no jornal Agora RN e edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.

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