Política
28/08/2025
O governo brasileiro deve cobrar de Jair Bolsonaro (PL) e do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) a conta pelo escritório de advocacia contratado nos Estados Unidos para enfrentar sanções contra o país.
O contrato pode chegar a US$ 3,5 milhões, cerca de R$ 18,9 milhões na cotação atual.
A AGU (Advocacia-Geral da União) anunciou que "adotará medidas para obter, junto a eventuais responsáveis pelos danos causados ao Brasil, o ressarcimento dos valores despendidos".
Sem citar nomes, o órgão apontou que a fatura irá para quem for condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
Bolsonaro e Eduardo já foram indiciados pela PF (Polícia Federal) e devem ser denunciados pela PGR (Procuradoria-Geral da República).
O escritório Arnold & Porter Kaye Scholer LLP, especializado em litígios internacionais, vai representar o Brasil em ações administrativas e judiciais.
O pagamento será feito conforme a demanda de serviços, que podem incluir a defesa contra "tarifas, denegações de visto, bloqueio de ativos e restrições financeiras".
A AGU também poderá atuar em favor de autoridades, como o ministro Alexandre de Moraes, caso as punições estejam ligadas ao exercício do cargo.
é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, assina coluna política no jornal Agora RN e edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.
ver mais
Receba notícias exclusivas