Saúde
22/08/2025
A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) rejeitou a entrada da semaglutida e da liraglutida no Sistema Único de Saúde (SUS).
O principal argumento foi o impacto financeiro: o tratamento poderia custar até R$ 6 bilhões em cinco anos, já que exige uso contínuo.
Os medicamentos, presentes em canetas como Wegovy e Saxenda, são aprovados no Brasil e têm preço médio de R$ 1 mil cada.
Hoje, o SUS oferece a cirurgia bariátrica como opção contra a obesidade. Segundo o Ministério da Saúde, "o impacto financeiro estimado é da ordem de R$ 8 bilhões anuais".
A decisão gerou reação de especialistas e entidades.
é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, assina coluna política no jornal Agora RN e edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.
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